Contracapa:
Ao adoecer da sua mãe o jovem Alexander Cold parte com a extravagante avó, numa expedição do International Geographic à selva amazónica em busca de um estranho animal a que os índios chamam "a Besta". Os outros menbros da expedição, dirigida por um petulente antropólogo, são dois fotografos, uma bela médica, um guia brazileiro e a sua surpreendente filha Nádia, com quem Alexander trava uma amizade especial. Entre as missões da expedição está também a de vacinar os escorregadios índios conhecidos como "o povo da neblina".
Opinião:
Achei o livro bem diferente do que custumo ler. Na verdade acho que nunca o teria lido se não fosse a professora de Português a obrigar todos os alunos a levar um livro da biblioteca da escola. Foi como se uma luz tivesse acendido e peguei do nada este livro. Agora agradeço por o ter feito, porque me levou a um lugar mágico e longinquo: a floresta da amazónia.
Alexander é um rapaz de quinze anos que vive na California. Têm duas irmãs mais novas, um pai desleixado e uma mãe a morrer de Cancro. Ora quando a mãe têm de ser enviada para um Hospital longicuo e o pai têm de ir com ela, as crianças são intregues ás avôs. As irmãs de Alexader têm a sorte de ficar com a Avô Materna, muito simpâtica, mas Alexander têm de ficar com Kate (porque a avó gosta que os netos a tratem pelo nome e não por avó, visto que faz parecer com que ela sea mais velha). Esta, é uma viciada em cigarros, bebe vodca para aliviar as dores, é uma escritora conhecida e vai fazer uma reportagem ao amazonas. Alexander vai, sempre pensando na mãe e numa solução para a curar. Lá, no interior do Brazil, conhece César Santos, o guia, e a sua filha que acompanha-os sempre. Nádia Santos é uma menina cor de mel, com penas de papagaio nas orelhas e um macaco de estimação,Borobá. Entende a linguagem dos animais, alías, facilmente aprende qualquer línguagem,e vive como os outros Índios do local, tendo apenas doze anos.
Vão pelo interior do amazonas e quando são raptados pelo povo da neblina (assim chamado pelas suas capacidades de desvanecer) percebem que as bestas, não são assim tão monstruosas......
Uma história emocionante e comovente que prende o leitor da primeira á ultima página e que alerta para os problemas ecológicos e para o drama terrível da extinção das tribos índias da região do amazonas, como consequencia directa da exploração desenfreada praticada pelos brancos. "A cidade dos deuses selvagens" é uma viagem repleta de perigos, maravilhosas experiências e espectaculares surpresas, que irá certamente agradar, não só o público Juvenil como os habituais leitores de Isabel Allende.
Uma história emocionante e comovente que prende o leitor da primeira á ultima página e que alerta para os problemas ecológicos e para o drama terrível da extinção das tribos índias da região do amazonas, como consequencia directa da exploração desenfreada praticada pelos brancos. "A cidade dos deuses selvagens" é uma viagem repleta de perigos, maravilhosas experiências e espectaculares surpresas, que irá certamente agradar, não só o público Juvenil como os habituais leitores de Isabel Allende.
O reino do drgão de Ouro

Contracapa:
A estátua do dragão de Ouro permanece oculta num pequeno e misterioso reino, encravado na cordilheira dos himalaias. Segundo reza a lenda, este magnifico objecto, um podereso objecto de adivinhação incrostado de pedras preciosas, guarda a paz nestas terras. Uma paz que, devido á cobiça na alma dos homens, pode ver-se perturbada.
N'O Reino do Dagão de Ouro, Isabel Allende convida-nos a entrar numa dupla aventura. Alexander Cold, a sua Avó Kate, e Nádia Santos, os portagonistas d' A cidade dos deuses selvagens, voltam a reunir-se. O leitor viverá com eles as suas peripécias e vicissitudes na beleza nua e límpida das montanhas e vales dos Himalais, agora na companhia dos nossos amigos.
Mas a escrita mágica da autora também devela os ensinamentos budistas através do Lama Tesing, mestre e guia espiritual de Dil Bahadur, o jovem herdeiro do reino, a quem guia pelo budismo e dá a conhecer o valor da compaixão, da natureza, da vida e da paz.
Um romance esplendido para leitores de todas as idades.
Opinião:
Opinião:
Se viajar pelo ria amazonas era uma experiencia calorosa, os himalais são precisamente o contrário! Mas nem por isso a autora retirou a aventura e o espiritualismo que tanto caracterizam a colecção. Os acontecimentos são imensos, mas o mais importante de facto, pelo menos para mim, é o impacto de cultura. É que, no fundo, os livros passam-se em lados opostos do mundo e, os valores são os mesmo. O budismo é um estilo de vida identico ao dos índios (bem, com algumas escepções, claro), porque a base é a mesma natureza,compaixão, paz e vida!
O Bosque dos Pigmeus
Contra-capa:
Desta vez a aventura ocorre em áfrica, onde Nádia, lexander acompanham a avó Kate em mais uma expedição do Internacional Geographic. Uma série de peripécias e os cíumes de um elefante vão animar a semana que um grupo passa num safari. Mas o aparecimento de um padre Espanhol vai alterar completamente os planos iniciais de terminar a reportagem e voltar para capital, arrastando todo o grupo para um bosque misterioso habitado por Pigmeus. Aí, e seguindo o rasto de dois missionários desaparecidos, instalaram-se numa aldeia governada pelo rei Kosongo, pelo comandante Mbembelé e pelo bruxo Some, um triunvirato assustador, que escraviza os Pigmeus e os seu próprio povo para enriquecer com o conterabando.
Novamente o mundo mágico dos espíritos vem em socorro da águia e do Jáguar, e mais uma vez se vêem confrontados neste romance, culturas, costumes e crenças; diferenças que só são ultrapassadas através da solidariedade e do respeito pelos outros.
Opinião:
Nesta parte da história, a parte final, Alexander já têm quase dezoito anos e Nádia têm quinze. Cresceram, mas nem por isso se tornaram diferentes ou mais aborrecidos, a águia e o jaguar (os seus animais totémicos)cresceram dentro deles. A amizade deles converteu-se em algo mais forte. Mas, no livro não há parte nenhuma em que eles se beijam. Nada. Apesar disso não fico ralada. A relação deles, era muito superior a algo físico, ou químico (se é que me entendem...), e, essa sua forte ligação foi mais do que satisfatória de ler apesar de (ao contrário dos livros habituais que costumo ler) não haver beijos.
Espero que desfrotem da leitura destes mágicos e maravilhosos livros!
Toa :-)



