Este teste é fictio, do livro que estou a escrever, e é narrado por um rapaz. Não liguem aos nomes estranhos, foram baseados em recoradações de crianças e opiniões dos meus amigos. Ete texto, ligeiramente alterado, foi o que seleccionei para entregar para participar na escola da minha vida, vamos ver se consigo passar......Se não compreenderem algo por causa do local ou tempo da acção é normal porque é um enxerto. Estes textos são da minha autoria, não devem ser usado com por outra pessoa.Não me apetecia deitar já, não tinha muito sono e não era muito tarde, passava um pouco das dez e meia. Atravessei o portão do mosteiro, á minha frente estava um terreno mais elevao e plano, com umas três escadas de pedra, a que chamava-mos cruzeiro porque no centro tinha uma grande cruz de pedra.
O solo era de relva, em zonas verde, em zonas seca, e lá estava deitada Brianna, sobre uma manta e debaixo de um cobertor de xadrez. Aproximei-me e deitei-me a seu lado. Primeiro ficamos em silêncio, depois ela falou:
-Não conseguia dormir, o céu relaxa-me, pensaa em dormir aqui....
-Ias morrer de frio!
Ela encolheu os ombros.
-Não, não ia.
Passei o braço pela sua cintura e ela encostou a sua cabeça no meu ombro. Ficamos por instantes a ver o céu, uma escuridão imensa, com gotas de água que brilhavam á luz que não conseguia perfurar a noite.
-Bree?
-Sim?
-Estas sempre feliz. Tudo te faz feliz, não interessa se estamos numa situação má, se alguém está em perigo, se alguém está triste, tu alegras todos.
-E isso é mau?
-Não, é so que...como consegues?
Ela olhou para o espaço e apontou para uma estrela ao lado da ursa polar.
-Iupy, aquela é a tua estrela.
-Mas o que é que isso têm a ver?
-A minha mãe dizia que nós somos uma estrela no espaço. Somos todos diferentes e fascinantes com uma história para contar. Somos como as estrelas, brilhantes.
-Eu sou uma estrela?
Ela acenou.
-E tu também?
Ela voltou a acenar.
-E o que é que isso quer dizer?
-Quer dizer que, por mais bela que uma estrela seja, há milhares de outros astros no espaço, milhões, biliões. Uma dimensão gigantesca de pequenos pontos.
-Pequenos pontos?
-É uma metafora, nós somos pessoas brilhantes, mas há uma dimensão de coisas pequenas á qual devemos ter consciência que existem.
-Eu tenho consciência das coisas pequenas?
Ela franziu o nariz.
-Nem por isso. É o que me fdaz feliz. Nunca tive muito, sabes,muitos objectos pessoais. Os meus pais dizem que nãofaz qualquer sentido ter muitos bens materiais. Por isso eu valorizo muito aquilo que tenho. Aprendi isso.
-E eu não?
-Escusas de me perguntar. Tu é que sabes.
-Não sei...o que me poderia fazer feliz neste momento?
Com a mão ela apontou para a vastidão de corpos celestes que preenchiam o céu.
-As coisas pequenas.
As coisas pequenas? Fixei-me no céu os planetas que deviam constitui-lo, as estrelas, os satelites, os buracos negros, as coisas pequenas. Eu era uma estrela, Brianna outra, e á nossa volta um monte de coisas pequenas que podíamos apreciar.
O vento a tocar-me na face, o cabelo de Brianna a tocar na minha face, a sua voz, os seus delirante solhos, o som do riacho a correr, o cheiro a pineiro e a relva, estas pequenas coisas que ignoro.
A mão de Brianna ainda pontava para o céu. Estiquei a minha e alcaçei os seus dedos, entrelaçando-os nos meus. DEixamos a nossas mãos caírem.
Acho que tens razão. Vou começar a olhar para os outros astros. Para os mais pequenos.
Ela sorriu, um sorriso que claramnete mostrava a sua felicidade, que gritava como um estádio cheio de espectadores a aplaudir.
Toa