Inauguração do Site

Olá a todos! Hoje, viemos por este meio informar, que este blog está finalmente, INAUGURADO!

As suas administradoras são: Fly, Mimi, Chita e Toa!

Para mais informação fica a saber que este Blog, dedica-se à comedia e a figuras tristes.

Por isso se tens vontade de ir à casa de banho (ou mesmo se não tiveres), vai, porque se explorares o Blog, pode acontecer um pequenoooo acidente...

Esperamos que gostem!

Quarteto Elementar

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TOA, MIMI, FLY E CHITA, NÓS

terça-feira, 28 de junho de 2011

O policia e o báu

Na aula de português tivemos de escrever um texto com a estrutura de um conto popular. A cada fila a professora deu um heroi e um elemento perturbador. A nós (Toa e Mimi, parceiras insuportáveis) saiu na lotaria o policia e o bau. Trocamos as voltas á professora e ete foi o resoltado:

Era uma vez, no grande século das luzes, um humilde e jovem policia, que como todos os da sua laia perseguia duramente um ladrão de reliquias.
Correu pelas ruas da cidade, derrubando bancas do mercado e impurrando pessoas para o chão de gravilha. Estava fortemente e irrevercivelmente preso á perseguição.
Virou numa esquina, de um edificio de outra era, gasto pelos ventos da vida. Deu por si num beco sem saida, sombrio e frio, desprovido de vida.
Contudo não foi frieza do beco, ou até o ladrão, que ele admirou ver. Pousado no vulgar chão estava um báu. E Deus sabe que não era um báu qualquer! Era pequeno e grandioso, requitado e simples, extravagante e humilde.
Debruçou-se sobre ele e esquecendo-se de tudo abriu-o. Sentiu, logo uma sensação estranha a domina-lo. Primeiro infiltrou-se pelo nariz e depois percorreu o corpo, da ponta dos cabelos á ponta dos pés. Só depois percebeu que era um perfume. Uma carta perfumada, mais expecificamente.


"Mirei o espelho da vida

e o arco-iris nele reflectiu.

O longo amarelo sobressaiu,

no rosto duas azuis ondas,

no rosto de marfim."


O policia sentiu-se novo. Novo, sei lá, apaixonado!

Porém lembrou-se subitamente da sua missão, tinha de apanhar o ladrão! Dobrou a carta e guardou-a.

Recomeçou a correr revigorado com a força da paixão. Serpenteou pelas ruas, mirando de suslaio todas as loiras, nunca as achando amulher dos seus sonhos, com o perfume que o possuia.

Correu de pernas largas e esticou os braços amarrando num abraço o ladrão cansado. Sem folgo, retirou a sua mascara, e que surpresa!

Cabelos loiros cairam em caracois belos. Profundos olhos azuis o hipnotizaram. Um cheiro familiar e belo o preencheu.


O amor é cego,

não segue o olhar,

mas sim os sentidos.

E, evidentemente,

o coração.


P.s. este texto têm direitos de autor.


Toa e Mimi :D

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